5 documentários pra assistir na Netflix

5 documentários pra assistir na Netflix

Eu adoro bons documentários. Eles são uma forma interessante de humanizar personagens icônicos ao mesmo tempo que mostram outras dimensões e aspectos das suas vidas, ou nos apresentam informações muito impactantes sobre coisas das quais não fazíamos ideia. Escolhi cinco docs disponíveis na Netflix pra você assistir e tirar as suas conclusões.

Whitney – Can I be Me

Whitney dona de uma voz sensacional, ela não fazia esforço pra cantar e os outros diziam que era um presente de Deus. Nesse documentário a gente vê ela jovem e refaz o caminho que ela trilhou até seu trágico e doloroso fim em 2012. Ela era uma mulher poderosa, não só pela sua voz, ela faz muita falta.

The Final Year

Esse documentário é sobre os bastidores da política externa dos Estados Unidos no ultimo ano do governo Obama. Foram 21 países visitados, numa contagem regressiva antes dá catástrofe que estava por vir nas eleições. Saudade do meu ex.

Maya Angelou – Eu ainda resisto

A vida da escritora, poetisa Maya Angelou contada através das suas próprias palavras e depoimentos da família e de artistas que tiveram a vida impactada pelas suas palavras. Além de fotografias e imagens raras da sua vida. Ela é sempre citada pelas suas palavras fortes, nesse documentário a gente entende o porquê.

A 13ª Emenda

Uma aula de história que explica como o racismo estrutural funciona. Como é o sistema prisional americano e o que essa emenda criada logo após o final da escravidão significou para a população negra norte americana e quais suas consequências até hoje. Dá até pra fazer  um paralelo com o que acontece aqui no Brasil de de várias formas é bem semelhante. Dirigido pela Ava Duvernay.

What happened, Miss Simone?

Nina Simone foi uma mulher que se posicionou. Uma mulher negra se posiciona sofre muito com as consequências. Além de cantar ela queria libertar o seu povo. Se isso é difícil hoje imaginem como era na década de 1960/70. Quem foi essa mulher negra ativista e lendária? Ela era muito mais que isso.

 

Preta, feminista, da quebrada de São Paulo, fotógrafa. Escrevo com luz e me arrisco nas palavras. Nado pra não me afogar. Danço pra não enferrujar.